sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Escada - Nem tudo que sobe DEVERIA descer.

Ontem combinamos um dia todo relacionado a nossa casa:

- conhecer a lapidação de concreto (orçamento);
- comprar nosso fogão (para podermos orçar as bancadas);
- comprar a pia da cozinha, e também da área de churrasco;
- visitar a obra;
- encontrar o fornecedor de granito (fazer orçamento das bancadas e pisos);

E isso fizemos: 
Fomos a WRM e conversamos bastante, o procedimento é bem interessante mas pode ser bastante caro, principalmente por causa do deslocamento. Talvez não seja viável.

Depois fomos ao Shopping Del Rey (sei que aquele lugar é meio deprimente, mas queríamos ir à Santa Cruz Acabamentos). Na Santa Cruz Acabamentos só havia pias da Franke e, salvo engano, Strake. Li na internet sobre a Franke, e vi algumas reclamções sobre "oxidação" e ferrugem - nem quis! Fomos ao shopping, almoçamos e compramos nosso fogão - lindo! Um fogão por indução da ElectroLux.




Depois disso fomos para Vespasiano, já havíamos marcado com o Eugênio, graniteiro do Gran Park. Como ainda estava cedo fomos a obra de um outro condômino, que nos dá muitas dicas e indica profissionais e serviços baratos - Leonardo. De maneira geral, pegamos todas as 'raspas e restos'...

Enfim, de volta a obra, estávamos acertando com o Eugênio e íamos para o segundo andar ( nossa escada estava recém desenformada - ontem o Paulo tirou o dia para retirar todas as fôrmas do primeiro andar) a escada CAIU! ISSO MESMO, A ESCADA CAIU! Apenas com o peso do Felipe, que estava no patamar. O graniteiro e eu nem havíamos começado a subir!

Ficamos muito assustados, e meio chateados, mas foi o melhor que poderia acontecer! Se caiu é porque não estava segura, e esse era o melhor momento. Apesar de o Felipe estar na escada e o Paulo embaixo, ninguém se machucou, nada, então dos problemas esse é o menor e aconteceu na hora certa.

(Felipe estava no canto esquerdo quando o patamar quebrou, quebrando o resto da escada)

Por causa do incidência resolvemos mudar a 'cara' de nossa escada: ela será básica e segura, ao invés de bonita e perigosa: terá a parte de baixo reta, e colocaremos sustentação sob o patamar, próximo á parede, que divide nossa escada!

Não fotografei por que acho que más memórias devem ficar para trás!

Depois disso visitamos ainda mais uma obra no condomínio e fomos embora! Passamos no Leroy e compramos a pia da cozinha (bojo duplo) e da área de churrasqueira (bojo individual) da Tramontina.

E tomamos uma cervejinha de leve para celebrar a vida e o $$$ que Felipe finalmente recebeu e que pode pagar toda a nossa mão de obra do acabamento.

É isso!




terça-feira, 22 de outubro de 2013

Contratação Mão de Obra - Acabamento

Bem, as paredes do segundo andar foram levantadas. De acordo com o Felipe, que foi a obra hoje (21/10/13), regularizar a questão das ART's de Execução, as armações para os pilares da laje do segundo andar já estavam em andamento e as escoras da laje do primeiro andar foram retiradas hoje. Eba!!!

Em outras palavras, estamos concluindo a parte de alvenaria de nossa casa - é claro que falta ainda uma laje (e quem acompanha o blog, sabe que a do primeiro andar foi uma novela) e começamos a pensar na próxima fase: acabamento.

Acabamos por decidir, ou quase, em utilizar reboco em toda a casa - achamos mais garantido, pelo histórico de nossos vizinhos de condomínio que tiveram problemas com rachaduras e mudança de cor no gesso (amarelamento).

Demos uma volta também e estamos quase certos que colocaremos um Ofurô na nossa suíte (Ofurô duplo, para conversarmos, relaxarmos e tomarmos uma de leve depois de enfrentarmos o trânsito da Cristiano Machado).

O nosso empreiteiro ofereceu um valor para terminar a casa (fazer todo o acabamento, salvo os pisos da sala - que provavelmente será de cimento queimado e queremos mão de obra especializada, e das áreas secas do segundo andar, que serão de laminado).

Ele ofereceu um valor mas ainda não decidimos, primeiramente porque queremos negociar - o valor está meio alto, principalmente porque nossa casa não terá muitas frescuras, e depois porque precisamos analisar a qualidade do serviço que ele oferece.

Agora as últimas fotos, que não são de 21/10  (as escoras ainda estão lá e as paredes do segundo andar ainda não estão terminadas)

 Casa vista dos fundos.No segundo andar a janela de nosso quarto a direita, e nossa varanda a esquerda!
 Parede lateral - Janelas das salas de estar e jantar.
 Vista de frente.
 Lateral - área de serviços e garagem.
Entrada da área de serviços.

domingo, 13 de outubro de 2013

SEGUNDO ANDAR

Ontem foi um dia ótimo!

Semana passada recebo uma mensagem fofa do meu irmão mais velho, sugerindo que fôssemos ao condomínio esse fim de semana! Topamos imediatamente. 

Então ontem fizemos um churrasco no Espaço Gourmet. 
Abrindo apenas um parênteses aqui, foi decepcionante ver a atitude de alguns condôminos: cada proprietário tem direito a levar 06 convidados, assunto inclusive de reunião da associação de moradores, ocorrida na semana passada. Chegamos lá ontem e encontramos um grupo enorme de pessoas, todos estranhos. Ao procurarmos saber quem eram, descobrimos que as dez pessoas que estavam lá - sem contar as crianças, eram todos funcionários de um membro da associação - que estava na reunião sobre o assunto, mas que não estava lá, para receber os convidados: resultado, quem autorizou a entrada (porteiro) perderá o emprego: afinal controle de acesso é o mínimo que se espera de uma portaria 24 horas, não é?

Mas voltando ao unicórnio rosa com cheiro de pizza: ontem foi ótimo:

Eu e Felipe chegamos cedo ao condomínio, visitamos a obra, conversamos um pouco com o pessoal, que estava trabalhando ontem, e depois fomos pro clube. Recebemos a presença de Wells Cabeção, Taty, o lindo do Miguel, Marco e Lu, Taty e Teyson. 

 Minhas cunhas.
 Cabeça e cabecinha.
 Felipe, Teyson e Taty.
 Taties.
 Cabeça e Teyson.
 Miguelito nadando.
Fazendo festa.

Churrascada, cervejada, brinquei muito com Miguel...

No fim da tarde fui sozinha visitar a obra: abri a boca a chorar. É emocionante ver seus esforços tomando forma - nossos esforços. Sei que ainda demora muito até conseguirmos terminar tudo e pular para dentro, mas estamos cada dia mais perto de realizarmos nossos sonhos - termos nosso canto, com nossos bichos, tudo do nosso jeito, recebermos nossos amigos em casa, termos nossa vida - está cada dia mais perto. Tenho a impressão que toda essa preocupação, a trabalheira, a obra em geral, tem nos aproximado cada dia mais, como se fosse possível! Se existe uma palavra para me descrever, é FELIZ!

Agora fiquem com as fotos de ontem:

 Chegando: vista pela rua de baixo.
 Já na nossa rua.
 Lindinha.
 Vista de Frente
Vista de frente.
 Garagem.
 Escada vista da sala de estar/ porta de entrada.
Lavabo (no primeiro andar).
 Sala conjugada, com cozinha a esquerda.
 Cozinha vista da sala de jantar.
 Despensa.
 Pôr-do-sol visto do segundo andar (escada/ vidro frontal - futuro)
 Sala do Felipe.
 Quarto.
 Semi suíte -  rouparia e banheiro a frente, e quarto a esquerda.
 Suíte de Felipe e Núbia (da direita para esquerda): quarto, closet, banheiro.
 Different perspective: banheiro, closet, quarto
A vista que me fez chorar...

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Telhado ou manta

Depois de várias crises de Alzheimer, e Felipe ter que me lembrar uma centena de vezes a pesquisa que eu deveria fazer, eis aqui o tópico de hoje: PARA A PROTEÇÃO DE LAJE (quando não há telhado colonial, por exemplo) QUAL A MELHOR OPÇÃO?

 Telhado embutido
 Manta

De acordo com o Engenheiro Luiz Eustáquio Cavalieri França, em publicação no Estado de Minas, o ideal é a utilização de ambos, principalmente em caso de laje pré-fabricada, que é mais permeável. Contudo se as 'nicas' disponíveis não forem suficientes, é melhor que se opte pelo telhado, uma vez que apesar serem praticamente o mesmo preço, em função de intempéries climáticas a vida útil da manta asfáltica pode ser reduzida, reduzindo o tempo de manutenção em comparação a telhado.

No blog Construindo Minha Casa Clean, a Graziele disse ter usado um telhado escondido para proteger a laje, que foi escondido pela platibanda, a telha utilizada por ela foi de fibrocimento "brasilit" de 10 mm, por ter a espessura mais grossa, sendo assim mais resistente. Ela também utilizou manta aluminizada para maior proteção térmica!  (A casa dela é bem no estilo na nossa!!!)

Sobre a impermeabilização:


Sobre casas sem telhado aparente:


Encontrei essa boa discussão no blog da Jessika Senhori, a qual transcrevo:

Por Professor Fabiano

"A casa com telhado embutido, apresenta alguns problemas: Além de ser mais quente, as paredes mancham com mais facilidade, pois a sujeira que se acumula sobre o topo da parede escorre ao longo da parede, o que não ocorre com a casa de telhado aparente pois há o beiral.
Outro problema: as paredes da casa ficam mais quentes (e por isso a casa também), pois não há beiral, dessa forma há mais incidência de luz sobre as paredes.
Em regiões mais arborizadas é imprescindível cuidar muito bem a cobertura, pois as folhas que caem das árvores danificam as calhas de água, e casa de platibanda, quando a calha transborda é bye bye forro de gesso e eletroeletrônicos. Vou mais longe, cuidado nesse caso com curtos-circuitos, pois se sua lage foi feita com placas de isopor (que embora sejam mais leves, também são menos duráveis), são inflamáveis.
O fato é que além do modismo, há maior facilidade e é mais barato fazer casa de platibanda. No resto a platibanda só perde. Tente abrir uma janela em um dia que esteja chovendo ou chuviscando; você não consegue, afinal, sua casa não tem beiral.
Minha dica é: contrate um bom arquiteto, faça telhado aparecente, evite telhas de concreto (que mais parecem cimento mesmo). As telhas de cimento também possuem envelhecimento precoce, são muito pesadas, e quando quebram, são muito difíceis de encontrar os locais quebrados.
Por fim prefira também as telhas de cerâmicas que não sejam barro vitrificado (uma vez que a temperatura de fusão do barro com o pó de vidro são diferentes e prejudicam o produto).
Questione o profissional, busque em sua região casas parecidas com as que você pretende construir e veja como essa casa está ou não envelhecendo com o tempo."

Por Fernando Jundiaí

"Com todo respeito, meu ponto de vista é diferente do Fabiano.
As casas com telhados embutidos podem sim ter "beirais platibanda", que inclusive são muito mais duráveis e charmosos do que os de madeira, que apodrecem com o tempo (chuva e sol). O "beiral platibanda" jamais vai deixar escorrer algo pelas paredes, e o mesmo vai proteger portas, janelas e a pintura da casa.
OBS: Este beiral platibanda está faltando no seu projeto!
Uma boa casa bem feita, com beiral platibanda e rufos, além de muito mais durável, fica muito mais estilosa e moderna.
Dependendo da região, se for muito quente, pose-se colocar telhas com proteção térmica.
Em Jundiaí - SP utiliza-se muito este tipo de construção, pois aqui é mais conhecido como 'laje caixão".
Casas com beiral platibanda são consideradas modernas e elevam o padrão da construção, pela estética proporcionada.
"
As lajes planas estão entre as coberturas mais comuns no mundo inteiro. Do Brasil à Sibéria, são largamente utilizadas em todo o tipo de construção. Um dos maiores problemas que o sistema enfrenta - e receio de muitas pessoas - é como realizar a impermeabilização, fundamental nesse sistema. A impermeabilização de lajes pode ser realizada de várias formas. Há pinturas impermeabilizantes, mantas de diversas naturezas, telhas metálicas ou de fibrocimento sobre laje e a manta asfáltica. A manta, se bem instalada, com caimentos corretos e proteção mecânica (isto é, , continua a ser uma das melhores soluções para lajes planas. Mas deve-se tomar muito cuidado ao contratar a empresa que vai executar a instalação, porque problemas podem demorar algum tempo para aparecer e, quando ocorrem, o prejuízo pode ser grande e a solução é geralmente complexa e trabalhosa. A eficiência térmica de como importar roupas uma laje varia muito em função do seu projeto estrutural, sua solução de impermeabilização e acabamento final. No entanto é possível prever mantas isolantes térmicas a serem utilizadas em conjunto com a laje para melhorar sua eficiência. Enquanto a impermeabilização e o peso que uma laje plana exerce sobre a estrutura da construção são os pontos fracos desse tipo de cobertura, podemos destacar três pontos fortes do uso desse sistema: plasticamente, a laje plana pode se tornar muito bonita e evita que a construção seja se torne muito vertical. É possível usar a cobertura como um terraço, se ela for calculada para tal, e esta pode ainda ser um teto jardim, solução interessantíssima para coberturas e muito adequada para nosso clima. Por fim, vale destacar que uma laje, calculada corretamente, facilita uma posterior expansão vertical da construção sem grandes incômodos.
As lajes planas estão entre as coberturas mais comuns no mundo inteiro. Do Brasil à Sibéria, são largamente utilizadas em todo o tipo de construção. Um dos maiores problemas que o sistema enfrenta - e receio de muitas pessoas - é como realizar a impermeabilização, fundamental nesse sistema. A impermeabilização de lajes pode ser realizada de várias formas. Há pinturas impermeabilizantes, mantas de diversas naturezas, telhas metálicas ou de fibrocimento sobre laje e a manta asfáltica. A manta, se bem instalada, com caimentos corretos e proteção mecânica (isto é, , continua a ser uma das melhores soluções para lajes planas. Mas deve-se tomar muito cuidado ao contratar a empresa que vai executar a instalação, porque problemas podem demorar algum tempo para aparecer e, quando ocorrem, o prejuízo pode ser grande e a solução é geralmente complexa e trabalhosa. A eficiência térmica de como importar roupas uma laje varia muito em função do seu projeto estrutural, sua solução de impermeabilização e acabamento final. No entanto é possível prever mantas isolantes térmicas a serem utilizadas em conjunto com a laje para melhorar sua eficiência. Enquanto a impermeabilização e o peso que uma laje plana exerce sobre a estrutura da construção são os pontos fracos desse tipo de cobertura, podemos destacar três pontos fortes do uso desse sistema: plasticamente, a laje plana pode se tornar muito bonita e evita que a construção seja se torne muito vertical. É possível usar a cobertura como um terraço, se ela for calculada para tal, e esta pode ainda ser um teto jardim, solução interessantíssima para coberturas e muito adequada para nosso clima. Por fim, vale destacar que uma laje, calculada corretamente, facilita uma posterior expansão vertical da construção sem grandes incômodos.
A impermeabilização de lajes pode ser realizada de várias formas. Há pinturas impermeabilizantes, mantas de diversas naturezas, telhas metálicas ou de fibrocimento sobre laje e a manta asfáltica. A manta, se bem instalada, com caimentos corretos e proteção mecânica (isto é, , continua a ser uma das melhores soluções para lajes planas. Mas deve-se tomar muito cuidado ao contratar a empresa que vai executar a instalação, porque problemas podem demorar algum tempo para aparecer e, quando ocorrem, o prejuízo pode ser grande e a solução é geralmente complexa e trabalhosa. A eficiência térmica de uma laje varia muito em função do seu projeto estrutural, sua solução de impermeabilização e acabamento final. No entanto é possível prever mantas como importar roupas isolantes térmicas a serem utilizadas em conjunto com a laje para melhorar sua eficiência. Enquanto a impermeabilização e o peso que uma laje plana exerce sobre a estrutura da construção são os pontos fracos desse tipo de cobertura, podemos destacar três pontos fortes do uso desse sistema: plasticamente, a laje plana pode se tornar muito bonita e evita que a construção seja se torne muito vertical. É possível usar a cobertura como um terraço, se ela for calculada para tal, e esta pode ainda ser um teto jardim, solução interessantíssima para coberturas e muito adequada para nosso clima. Por fim, vale destacar que uma laje, calculada corretamente, facilita uma posterior expansão vertical da construção sem grandes incômodos.

Infelizmente, não há muita informação acerca do assunto, mas com essas que encontramos acho que, se fosse para escolher sozinha, eu optaria pelo telhado...

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Gesso ou Reboco?

Felipe e eu já havíamos decidido utilizar reboco apenas nas partes molhadas da casa, o resto ficaria por conta do gesso. Contudo, semana passada o 'maluco' propõe colocarmos reboco em todo o primeiro andar, e me pergunta "o que você acha?". Eu não acho nada!!! Mas depois dessa acho que preciso pelo menos saber as vantagens e desvantagens de cada um deles.

GESSO

Vantagens

- Rapidez na aplicação (afinal é feita por empresa especializada, e não por pedreiros);
- Cobertura Uniforme, sem irregularidades;
-  Preço mais baixo em relação ao reboco (Um saco de gesso é pelo menos 3 vezes mais barato que um saco de cimento. Sem contar os custos indiretos como a areia e cal necessárias ao cimento e o tempo de mão de obra maior para execução);
- Aplicação em uma única etapa;

Desvantagens

- Cuidado redobrado com umidade;
- Necessidade de rodapés mais altos;
- Altamente solúvel;
- Substrato (tijolos ou blocos) deve estar concluído há pelo menos um mês;
- Necessidade de correção com argamassa;
- Caso a tinta não seja específica para gesso, a aplicação de uma camada de selador e uma de massa corrida será necessária;
- É necessário que as paredes estejam bem aprumadas (Aprumada parece palavra falada por quem fala 'pobrema' e 'Creusa').

REBOCO

Vantagens

- Superfície impermeabilizante
- Pode ser utilizado em áreas molhadas
- Melhor sensação térmica

Desvantagens

- Preço
- Mais demorado: precisa ser feito em pelos menos duas etapas (chapisco e reboco);


E ai, ajudou? Eu continuo sem uma opinião formada sobre o assunto!!!

Sites/Blogs pesquisados:

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Chove chuva. chove sem parar....



Pelo menos a chuva foi a desculpa que os pedreiros deram para não ir trabalhar no sábado e o gatilho para a ira de FKO, que deve ter lhe causado, pelo menos, mais uns três cabelos brancos e o início de mais uma 'falha' na barba!

Esse povo é engraçado! No sábado acordei nem tinha sol ainda, e fiquei na cama até às 6:00hs: trabalho todo sábado, de 8:00hs até 12:00 hs, e chuva nunca foi motivo para eu deixar de comparecer. Tudo bem que eles precisam de um tempo mais seco para levantarem as paredes do segundo andar, mas chuva imaginária, como a que caiu no sábado, não molha ninguém e não atrapalha ninguém a trabalhar.

Como consequência da irresponsabilidade e da ira, Felipe retirou os acréscimos feitos posteriormente (muro, bancadas, etc.). Fico triste com a forma que eles conduzem a obra, sabemos que não são pessoas más, mas agem de forma desrespeitosa, às vezes.

No domingo Felipe e eu fomos visitar nossa casa: as escoras ainda estavam lá, já havia marcação das paredes no segundo andar (alguma, inclusive, erradas) e também alguns tubos que não foram feitos para passagem das instalações hidráulicas. O mais legal foi que a escada já estava pronta, pude visitar o segundo andar sem medo de cair e quebrar o pescoço (medo típico de pessimistas moderadas como eu). Estou super ansiosa para vê-la sem a forma.





Legal também foi ver a cozinha e a área de serviço  já rebocadas. (Sem fotos porque o celular ficou sem bateria) Felipe estava até pensando em rebocar todo o primeiro andar... me perguntou o que eu achava - eu nem sei! Perguntei o 'porquê' - ele teve um daqueles momentos que fala, divaga, vai e volta, eu não entendo e fico sem saber ...hehehe... se ele ler o post vai me xingar, mas ele tem dessas! Acho que o assunto merece uma pesquisa.

Estamos quase de férias - ficarei três semanas livre do MF (Yeeeeeeeeeeeeees!!!!!!), mas firme nas aulas!

Hoje ele participará na reunião do conselho e visitará a obra, trazendo mais novidade para mim!

No mais, fico aqui, comemorando hoje 7 anos que conheci esse moço, que é manso, que é doce, que é bravo aqui e acolá, mas sem nunca perder seus valores! Há sete anos na balada conheci alguém que, não só faria a 'fila' parar de andar, como a dissolveria por completo!!! Felipe está construindo agora uma casa de cimento, mas já tem uma fixa, vitalícia, só dele, aqui dentro de mim!!!


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Plagiando o Fabrício!

Bem, estava eu (como diz Felipe) pensando aqui com minha cabeça sobre qual seria o novo passo a ser dado na obra! Eu não entendo 'xurumelas' sobre essa arte de plantar cimento e colher casa, então, ao invés de trabalhar (hihihihi), quando posso, fico pesquisando sobre construção. Encontrei esse site super explicadinho, tipo 'Construção para Dummies" do Fabrício Rocha, pelo que entendi - e Felipe já tinha me falado também, além de iniciar o segundo andar e fazer a escada, será iniciada também a fase de 'instalação' da parte elétrica e hidráulica - que pela descrição dele, é de matar (de tanta raiva) ou morrer (de infarto). 

Vou copiar (muita cara de pau, né?) parte do texto dele, mas recomendo a visita ao site dele ao interessados em iniciar uma construção.

Texto retirado de: http://www.fabriciorocha.jor.br/manual-da-obra/40-o-passo-a-passo-de-uma-obra

 'Depois de gastar uma boa grana com ferro e cimento para a fundação, essa é a próxima etapa que come dinheiro. As paredes são "rasgadas" para a instalação dos canos, dos registros, das caixinhas de tomadas. O material não é tão caro assim, vá lá, mas também não é baratinho como tijolo, e quem quer fazer uma casa que preste não pode abrir mão de usar materiais da mais alta qualidade possível -- não tem coisa pior do que ter que quebrar parede para trocar um registro, consertar cano que rachou, essas coisas. Se é que vale a opinião, lá vai: tubulação pra mim é Tigre ou Amanco/Fortilit, registro é Deca ou Tigre!
Essa fase é uma das mais chatinhas. O mestre de obra NUNCA vai te dizer exata e precisamente o que você precisa comprar. Depois que você chegar da loja com o material, ele vai olhar pra você e perguntar "você comprou a luva de 100?", e você vai querer esbofetear o miserável porque ele nunca tinha falado de luva nenhuma. Por mais que o engenheiro RT ou você mesmo se esmere em calcular quanto vai precisar de cada coisa -- luvas, joelhos de 90 graus, joelhos de 45 graus, registros, etc -- sempre vai faltar alguma coisa na hora em que os caras vão montar os tubos. Fora que, não raramente, eles erram, e aí é difícil aproveitar alguma coisa de um trecho de tubulação que precisou ser cortado fora.
A solução? Faça logo um acerto prévio com o dono da loja de materiais de construção mais próxima da obra, ou com o fornecedor preferido do mestre de obra, para que, quando faltar alguma coisa em cima da hora, eles possam ir lá e pegar, para que você pague depois. Ou deixe que o mestre de obra pague e você se acerta com ele depois. É, tem que confiar, fazer o quê? O pessoal das lojas é compreensivo quanto a isso e não cria problemas. Eu apelei para algo mais preventivo: copiei para folhas de papel, em escala, as plantas baixas da cozinha e dos banheiros, e desenhei cada uma das paredes -- é como se você tivesse desmontado uma caixa de papelão e estivesse olhando para ela do alto. Daí desenhei cada uma das saídas de água ou esgoto nas paredes, desenhei a tubulação, e tirei as medidas dentro da escala. Acho que é o mais próximo que se pode chegar do quantitativo de material final... Mesmo assim, não se esqueça de comprar canos e conexões com uma certa "margem" de sobra.
  • Comprar material bruto de água quente e fria (canos, cola PVC, joelhos, tês, válvulas de descarga, registros, plugs, material para a caixa d´água). Registros que controlam a água em todo um ambiente são de gaveta; as torneiras de chuveiro são registros de pressão. Por razões de tradição, os registros usam roscas com medidas em polegadas, enquanto os tubos de PVC (soldáveis com cola PVC, daí o nome "cola" para as conexões) já são vendidos com medidas em milímetros, e para ligar um com o outro é preciso usar adaptadores de rosca para cola. O registro de pressão precisa de um adaptador e uma luva LR (aquelas de plástico azul, que têm uma rosca de metal por dentro em uma das pontas); e o registro de gaveta leva dois adaptadores.
  • Não se esqueça de incluir nos cálculos dos tubos de esgoto (normalmente, os de 40mm) as colunas de ventilação, que devem partir da tubulação do chão até algum ponto de saída de ar sobre o teto da casa. Sem essas colunas, são grandes as chances de você ter um banheiro com aquele agradável aroma de... merda. Se o ar do sistema não tiver por onde sair, ele vai retornar pelos ralos, por exemplo.
  • Se isso já não foi feito, comprar as caixinhas de interruptores, caixinhas octogonais para iluminação de parede (altura simples), mais conduítes se necessário, quadro de distribuição de energia (normalmente de embutir, observar as entradas para conduítes) e quadro de telefone.
  • Definir e discutir amplamente com o mestre de obra e o instalador onde ficarão as tomadas, os interruptores e suas respectivas luminárias, saídas de antena de TV e telefone, pontos de interfone e alarme, etc. Não precisa ser tudo igualzinho ao projeto, mas é preciso deixar bem claras as alterações.
  • Definir os locais exatos das saídas de água, especialmente a altura delas, de acordo com o tipo de pia que será utilizado. Existem as torneiras de parede, que devem ser colocadas mais altas do que a pia, e as torneiras de mesa, que são instaladas na própria pia, ligadas à saída de água por uma mangueira apropriada, e por isso exigem que a saída de água fique mais baixa do que a pia. Nos banheiros, a válvula de descarga de embutir deve ficar a aproximadamente 100cm do piso.
  • Definir localização das saídas de esgoto nas paredes. A altura dos sifões depende da altura das pias: em pias de bancada com cuba embutida, a saída para o sifão fica a cerca de 60cm, e a distância entre o sifão e a bancada varia em torno de 20cm.
  • Conferir na planta a altura e o alinhamento vertical das saídas e torneiras de chuveiro (com posicionamento da caixinha de tomada). As torneiras do chuveiro devem ter uma altura em torno de 110cm. A saída do chuveiro fica entre 200cm e 210cm acima do piso -- a não ser que haja jogadores de basquete na casa.'

Finalmente!

Depois de um fim de semana de 'nem tão bela, porém adormecida', e de um domingo sem postagens (a espera do envio das fotos), voltamos!

Na sexta-feira, 27/10/2013, finalmente, a primeira laje foi batida: agradecemos aqui a PBH e ao Governo Federal que nos permitiram concretizar essa fase da obra. Mas, espere ai, não estávamos em nenhum Programa de Auxílio aos Sem Teto! Foi com nosso esforço e salário que pagamos pelos gastos.

Na sexta-feira rolou um momento tenso, porque eu queria ter ido ver 'a tão esperada laje' e Felipe foi sem me falar nada! Mas o conflito já passou, e no sábado fomos lá para ver como ficou!

Eu de minha parte fiquei feliz! Apesar do meu medo, subi na laje, por uma daquelas escadas móveis (no inglês chamadas de 'ladder'). A forma da escada, a de verdade (stairs) também já tinha sido iniciada, e os conduítes foram passados, para receber a parte elétrica de nossa casa.

 Medo de cair - sempre! (Detalhe para a vizinhança, que só cresce.)
 Laje, sua linda!!!!
 Medo de descer.
 Eu e minha mãe linda na frente de nosso terreno, e Felipe tirando a foto do fundo.

Felipe já virou um reclamador: fala o tempo todo que é coisa demais para resolver, para decidir, para pensar... Para mim, o pior da obra é a agonia financeira, mas é ele quem está na linha de frente da obra, portanto não posso julgar.

Na segunda quinzena de outubro estaremos de férias, eu apenas do Ministério da Fazenda, mas Felipe poderá se dedicar a obra full time, e já inclusive prometeu estalar o chicote caso seja necessário!

Aproveitaremos esse período para decidirmos algumas coisas, fazermos orçamentos e etc.

Para terminar o post de hoje (que não ficou muito inspirado - por eu ainda estar meio passada: tomei um remédio no sábado à noite, dormi ontem o dia e a noite toda, e ainda estou com tontura e muito sono) vejam o vídeo e as fotinhas do 'making of':